“Brfxxccxxmnpcccclllmmnprxvclmnckssqlbb11116″ parece que alguém apertou o teclado aleatoriamente e saiu isso. Mas não é um simples conjunto aleatório de letras, é um Nome Próprio e sua pronuncia é “Albin”, não sei como.
Esta alcunha pertenceria à um filho de um casal sueco em 1991, já que os pais nunca planejaram nomear a criança, em protesto à lei da Suécia: Prenomes não serão aprovados se puderem causar ofensa ou serem supostos de causar desconforto para aquele que o usar, ou nomes que, por alguma razão óbvia, não são apropriados como um prenome.
O tribunal de Halmstad, sul da Suécia, multou os pais em 5000 coroas (moeda sueca) e em resposta à multa sugeriram um nome, em 1996, com 43 caracteres como criação artística expressionista. O tribunal rejeitou e manteve a multa. Tentaram mais tarde com simplesmente “A”, com a mesma pronúncia, porém rejeitado de novo pelo tribunal.
Fonte: Wikipedia
A persistência é inacreditável, se não aceita a legislação do país, muda, está na Europa, é mais fácil. Imagina como a criança fica, ele deve entender que seu nome é Albin e não sequência aleatória de letras, porque tiveram que chamar a atenção dele alguma vez e para isso é preciso o nome, como ela vai aprender a escrever seu nome? Isso é estranho, se para brasileiro já é, imagina um com um desses.


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